Creepypasta: Futurama: Not Long Enough

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    Joker_Luis
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    Creepypasta: Futurama: Not Long Enough

    Mensagem por Joker_Luis em Dom Mar 16, 2014 12:22 pm

    ''Até pouco tempo atrás, pensávamos que Matt Groening tinha se recuperado completamente de seja lá o que estava o fazendo agir tão estranhamente durante o incidente do Dead Bart que afetou sua vida pessoal desde então. Depoimentos recentes do funcionário que encontrou o vídeo do Dead Bart, no entanto, indicam que Matt Groening passou por um incidente similar, há dez anos. Era o verão de 1999, e Futurama havia acabado de estrear. Matt estava trabalhando em duas séries e já começava a mostrar sinais de estresse, quando anunciou que estava trabalhando em outro episódio que seria 100% de sua autoria. Isso assustou alguns membros da equipe de ambas as séries, porém eles estavam hesitantes de trazer Dead Bart à tona e a equipe de Futurama não viu nenhum motivo para rejeitar a ideia de Matt. Uma versão inicial do episódio foi produzida, eu o funcionário que encontrou o Dead Bart consegui fazer uma cópia desta também. O episódio de chamava “Not Long Enough”.
    O episódio começava com Fry, Leela e Bender fazendo uma entrega para a Planet Express. Ninguém revelou exatamente o que eles estavam entregando ou aonde estavam indo, e todo mundo parecia bem chateado por causa de algum evento sem explicação que acontecera recentemente. Leela e Bender estavam com raiva de Fry, que ficava se desculpando, mas era friamente rejeitado pelos amigos. Eles acabaram chegando a um planeta que parecia possuir apenas casas rodeadas por campos vazios e desolados por todos os lados. Eles bateram em uma porta e um alienígena grotesco que parecia ser bem velho os atendeu. Ele pegou a encomenda sem dizer uma palavra. Abriu-a, tirou dela uma faca, e então se esfaqueou.
    A tripulação da Planet Express não pareceu achar isso estranho ou chocante; eles simplesmente deixaram o corpo no chão e voltaram em silencio à nave. A próxima cena mostrava a nave da Planet Express vagando no espaço. Uma música dissonante feita por instrumentos extremamente agudos tocando em um passo muito lento tocava no plano de fundo enquanto a nave vagava por um negro e vazio espaço.
    Eles finalmente chegaram à Terra onde aterrissaram em uma Nova Nova York deserta. Fry começou a se desculpar novamente enquanto os três andavam pelas ruas vazias (não havia sinal do prédio da Planet Express), mas Leela e Bender olharam-no em silêncio. Fry desistiu e se separou de seus amigos. Ele andou por um bom tempo, sem nunca encontrar uma única pessoa.
    Chegou então ao edifício de criogenia onde foi congelado, olhou o interior, e começou a chorar. O choro continuou por alguns minutos antes que ele entrasse no prédio. Fry entrou em um dos tubos, ajustou o timer em um número gigantesco com mais zeros do que eu podia contar, e nele se trancou. A tela escureceu e quando voltou, a imagem estava inteiramente em Fry. A máquina deve ter parado de funcionar parcialmente, pois partes de Fry estavam decaindo; ossos estavam atravessando sua pele em vários lugares. Fry murmurou, “é o que eu mereço”, e saiu do dispositivo criogênico.
    Ele se encontrava em um lugar surreal, indescritível. Nele havia uma grande variedade de formas e cores, mas não era nada claro ou fantástico. Era como as cores que você enxerga quando fecha os olhos com muita força. Fry começou a andar, o vazio surreal em que ele estava continuava indefinidamente. Continuou a andar por alguns minutos. As cores continuavam a criar formas até que discerníveis, mas nenhuma delas era agradável de se olhar. Após sua longa caminhada, Fry encontrou uma fotografia no chão. Esta estava em um contexto completamente diferente deste ambiente; parecia algo desenhado no estilo comum de Futurama. Era um foto dele, Leela e Bender. Fry a olhou por alguns segundos antes de começar a chorar novamente. Logo, a fotografia se tornou pó e Fry continuou a vagar.
    A imagem foi se distanciando até que Fry não pudesse mais ser visto e todas as cores se misturassem em negro. A imagem continuou a se distanciar e vimos que o negro era apenas um minúsculo fragmento da pupila de um de seus olhos. Seu corpo congelado caiu da unidade criogênica e ficou parado em uma sala abandonada.
    Bender e Leela entraram no aposento. Eles viram o que Fry fez consigo mesmo e Leela disse, “ele teve o que mereceu”. Então olhou em seu relógio e falou que estava na hora de sua próxima 
    entrega – tirou uma faca de seu bolso, colocou-a em uma caixa de papelão e foi até a nave''.

    Fonte: http://migre.me/imnaq

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