(Concurso de Halloween)Aqui Jaz Élia Collins

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    Alone
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    (Concurso de Halloween)Aqui Jaz Élia Collins

    Mensagem por Alone em Sab Out 25, 2014 7:41 pm

    Aqui Jaz Élia Collins:







     Todos nessa cidadezinha sabem sobre Élia Collins. Chega a ser assustador que tenha acontecido apenas a 23 anos atrás. E pra piorar: ela estudou na mesma escola que minha mãe e meu pai. Ela e meus pais não eram próximos. A garota era tímida e fechada. Segundo meu pai, Élia teria sido um verdadeiro fantasma na escola se sua fisionomia não chamasse tanto a atenção dos rapazes. Uma ruiva de olhos azuis, pele branca quase pálida, Élia tinha uma beleza incomum.







     Para aqueles que não estão situados sobre a história de Élia eu vou contar o que aconteceu: Élia morava com sua avó  porque seus pais haviam morrido num acidente de carro quando ela tinha 12 anos. 

     
     Élia ia semanalmente ao único psicólogo da cidade na época chamado Josef Rodriguez que a atendia em sua própria casa. Uma mansão, que fica até hoje à alguns quilômetros da cidade.







     Na época Josef tinha 52 anos e morava sozinho em sua mansão. Sua riqueza vinha de heranças. O homem era conhecido por ter superado seus problemas do passado. Josef passou 7 anos de sua vida sendo tratado num sanatório por agredir filhos e mulher de forma absurdamente cruel. Depois de receber alta cursou a faculdade de psicologia e passou.







     No dia do halloween a seção de Élia durou mais do que o esperado. Chovia naquela noite e Josef convidou Élia para dormir em sua casa já que sabia que o pneu da bicicleta dela havia furado.







     A avó de Élia supôs que ela dormiria na casa de Josef e que de manhã ela iria de lá para a escola e só depois voltaria para casa. Entretanto depois de esperar uma tarde toda a senhora foi a polícia. Chegando lá, a ela disse sobre a ultima vez que viu a neta. Os policiais foram até a mansão, mas como ninguém abria o portão os policias pularam por cima de um muro e conseguiram entrar. Foi então que começaram as investigações.







     Ao começar a investigar a casa acharam o corpo de Josef caído no chão com uma faca enfiada em sua virilha. Josef havia morrido por hemorragia. Logo depois os policias encontraram o pano com o formol jogado no chão. Mas na autópsia não havia sinais da substância no corpo do homem. Segundo os investigadores o caso não seria homicídio. Por conta disso o caso foi dado como suicídio, mas segundo os investigadores não haviam indícios que comprovassem tal feito. Era como se a faca tivesse entrado sozinha no corpo do homem.







     Era noite e os policiais que continuaram na casa não acharam Élia e nada muito suspeito além de cordas jogadas no chão do porão. Os policias decidiram sair da mansão para retornar as investigações quando fosse dia.







     Após semanas de investigação sem sucesso os investigadores disseram à mídia que Élia ainda poderia estar viva e pediu que contatassem a polícia caso encontrassem ela.







     Em setembro do ano seguinte aos acontecimentos um homem chegou a pé até a cidade todo machucado e disse que havia visto uma mulher na estrada perto de uma mansão e que bateu o carro no muro da casa tentando desviar dela. Quando a informação chegou à polícia foi pedido informações sobre a mulher. Essas informações batiam com a altura e silhueta de Élia. 

     
     Foi ai que tudo começou.O povo dizia que Élia teria sido assassinada e agora atormentava a quem passasse pela mansão. Tudo se tornou mais bizarro quando em outubro daquele ano vários dos policiais e investigadores que participaram do caso de Élia se encontraram com câncer de próstata em faze terminal. Depois disso começaram a especular que antes de matar Élia, Josef teria a agredido sexualmente a garota.

     
     Para mim faz muito sentido. Até hoje todas as supostas vitimas de Elia foram homens. A maioria morreu com câncer de próstata. Isso pode se relacionar com a forma da morte de Élia.







     Bem, aqui começa a minha história com Élia Collins. Meu nome é Cristian tenho 15 anos e hoje é o aniversário da morte de Élia. Eu e meu amigo Daniel gostamos de terror, mas não acreditamos em nada disso. E por isso decidimos vir até a "Super Mansão Assombrada de Élia Collins". É ridículo como todos acreditam mesmo nisso. Dissemos à alguns amigos que passaríamos a noite na mansão para provar que não existe o Fantasma de Élia Collins. Então aqui estamos. Lanternas acesas. Vamos entrar.







     O portão por onde entramos não estava fechado direito. Provavelmente ladrões entraram ali para pegar as coisas valiosas que poderiam haver na casa. O jardim estava tomado por um mato alto exceto por um caminho de placas de pedras meio quebradas que iam até a porta. A casa estava coberta de vinhas, tinha suas janelas fechadas e a madeira visivelmente envelhecida. Daniel estava bem assustado. Achei mesmo que ele compartilhasse da mesma ideologia que eu...







     Enquanto nos aproximávamos da porta ouvimos sons baixos, agudos e abafados indo e voltando vindo de dentro casa. Não dá pra dizer o que era. 



    - O que é isso? - Perguntou Daniel. Havia medo saindo junto a sua voz.





    - Deve ter um pássaro lá dentro - falei







     Estávamos chegando perto da casa e uma fria brisa passou por nossas costas e abriu pela metade a porta a nossa frente que rangia. O estranho som parou. Continuamos a andar em frente. Subi uma escadinha de madeira, eu estava na frente da porta enquanto Dan subia os degraus logo atrás de mim. Eu estava prestes a abrir a porta quando ouvi um estalo junto de um grito ao meu lado.







    - Argh! Mas que merda cara! 






     Era Daniel. A madeira velha que havia ali se quebrou quando ele colocou seu pé. Metade da batata da perna estava afundada. Eu ajudei ele a sair do buraco. A parte da perna que  afundou estava sangrando e cheia de estilhaços de madeira. Dan gemia de dor enquanto eu o ajudava a apoiar em mim. Pensei que se o apoiasse naquela mesma madeira era capaz dela se quebrar e piorar as coisas.



    -Precisamos entrar. - Eu disse.



    - Ah cara! Você tá maluco? - Disse ele assustado - Isso é um sinal! Temos que ir em bora!







    - A pé? - Indaguei - Você não vai conseguir andar até lá -







    - Ah cara eu vou morrer mesmo! Quero pelo menos tentar! -







    - Não vai não, imbecil. - Encorajei - Preciso tirar os estilhaços e achar algo pra estancar isso.

      
     Entramos na casa. Estava tudo empoeirado. Nos cantos do teto haviam teias e o chão rangia a cada passo. Chegava a ser irritante. Logo de cara, haviam duas largas escadarias que davam para o andar de cima. Fora algumas estantes nos cantos a sala era somente aquilo. Haviam grandes portas nas outras três paredes. 







     Uma das portas estava aberta e eu vi uma cozinha pensei que lá poderiam ter panos e algum lugar para que Daniel pudesse sentar então me direcionei junto à ele até lá. 







     A cozinha era grande e não tinha nada de incomum. Exceto por uma mancha de sangue enorme que parecia ser muito antiga naquela madeira.







    - Será o sangue de Josef? - perguntei







    - Nossa. Os policiais não se deram nem o trabalho de limpar? - Diz Daniel

     
     Ignorando as perguntas, pus Daniel numa cadeira e comecei a tirar os estilhaços da perna dele. Consegui panos limpos e tentei estancar o sangue. Fiquei alguns minutos trocando os panos encharcados de sangue e quando o sangramento parou eu resolvi chamar ajuda no telefone. Eu liguei para a ambulância mas por conta do endereço acharam que era trote.







    - E agora cara?! - Falou Dan desesperado

     
     Os sons agudos tornaram a acontecer. Mais altos e pareciam vir de baixo de nós. Desta vez deu para perceber o que era: Gritos de uma mulher. 



    - Vem do porão. - Eu disse. Desta vez admito meu medo.







    - Ah cara! Não importa minha perna vamos sair daqui! - Dan gritou -







    - Fica calmo Dan. - Falei - Aposto que o pessoal da escola colocou uma caixa de som lá em baixo. -







    - Pode até ser. Mas cara. Esquece essa aposta! Você nem desinfetou meu machucado!  Eu preciso de ir ao médico! - 







    - Cala a boca Dan! - Me irritei - Fica aí. Vou procurar esse porão. Eu já devia estar gravando.

      
     Pego a câmera e começo a gravar. 







    - Aqui é Cristian Willians e estou na casa onde Élia morreu. - Falo com a câmera - Estou aqui pra provar que é tudo mentira. Estão ouvindo esses gritos? Eu tenho certeza que foram os engraçadinhos: Andy, Jake e companhia que colocaram uma caixa de som lá em baixo! - Falo irritado - Estou indo conferir.

     
     Os gritos da mulher cessam. Mas Dan começou a berrar me chamando. Eu o ignorei porque estava puto com ele e queria provar que eu estava certo.

     
     Eu acho o porão e desço as escadas. O lugar estava empoeirado como tudo naquele lugar. Haviam varias ferramentas penduradas nas paredes. Enquanto mexia minha lanterna para observar pude ver uma silhueta rapidamente atrás de uma parede. Quando voltei a lanterna no mesmo lugar não havia nada. 







     Apertei o passo para onde avistei a figura. Do outro lado da parede eu vi um senhor de costas para mim. Levei um susto e recuei.







    - Josef? - Uma voz feminina perguntou.







    -Élia! - 



     Quando ouvi o nome eu me assustei. Eu esqueci totalmente que estava gravando e fui ver o que estava acontecendo ali. Quase sem pensar. Mas aparentemente ninguém me percebeu. O que eu vi a seguir foi uma das piores visões que já tive em minha vida







    - Tente não gritar muito, querida. - Disse o velho.







     Aquilo era uma visão. Talvez Élia quisesse que eu soubesse sobre o dia de sua morte. Élia foi estrupada pelo seu psicólogo que quando terminou fez ela desmaiar com formol e a enterrou viva, inconsciente no porão.







     Quando as visões acabaram pude ouvir os gritos de Dan. Dessa vez ele não berrava me chamando. Ele berrava de dor. Quando percebi, fui correndo para a cozinha. ao chegar na entrada pude ver: Uma figura grotesca. Seu corpo tinha o formato de uma mulher era feito de sombras a única coisa que se destacava eram seus longos cabelos ruivos era Élia. 







     A mulher estava na frente de Daniel com uma faca em mãos. Ele estava caído no chão berrando pois sua perna o impossibilitava de levantar. Eu não sabia o que fazer. Se corria, se chamava a atenção dela ou se tentava impedi-la com força física. A verdade é que eu fiquei em pânico.







     Élia abaixou lentamente e segurou Dan pela parte machucada de sua perna. Ele gritou de dor. Em seguida ela o puxou e deu várias facadas em sua virilha. Dan berrou mais alto do que nunca.







     A criatura olhou para mim e se levantou. Eu estava assustado de mais para sair de onde estava. Élia se levantou e veio andando lentamente. Seus olhos eram azuis e brilhavam. Ela chegou mais perto e mais perto me encarou. E eu encarei ela. Ficamos ali parados por alguns minutos, eu olhando para o monstro e ela olhando para outro monstro. 







    Não sei o que estava pensando, mas os olhos dela perderam a expressão ameaçadora. Elia começou a se abaixar. Parecia arrependida e estava colocando a faca no chão. Eu comecei a me tranquilizar. Meu desespero sumiu. 







     Ela olhou novamente pra mim. Seu olhar era mais assustador que antes. Segurou sua faca novamente e...

    Élia Collins é real.









    Última edição por Alone em Sab Out 25, 2014 8:06 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: (Concurso de Halloween)Aqui Jaz Élia Collins

    Mensagem por Red- em Sab Out 25, 2014 7:47 pm

    Vai perder certeza


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    Re: (Concurso de Halloween)Aqui Jaz Élia Collins

    Mensagem por Alone em Sab Out 25, 2014 8:00 pm

    Por que fala isso?
    Se vai criticar diga o que está ruim. É a primeira vez que eu escrevo terror.Eu me esforcei cara ;-;
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    Re: (Concurso de Halloween)Aqui Jaz Élia Collins

    Mensagem por modocbx em Dom Out 26, 2014 12:21 pm

    narrativa legal, mas a fonte vermelha me deixo meio tonto


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    Re: (Concurso de Halloween)Aqui Jaz Élia Collins

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