Não devemos brincar com o desconhecido

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    Raphael Josino
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    Não devemos brincar com o desconhecido

    Mensagem por Raphael Josino em Dom Nov 11, 2012 3:31 pm

    É verdade... Acho que só depois que sentimos na pele é que passamos a respeitar mais as coisas. Isto ocorreu em 1997, éramos jovens e adorávamos desafiar tudo; não só nossos pais, mas todas as coisas que impunham regras, isto incluía as lendas urbanas. Éramos alunos de uma escola pública, o presidente Castelo Branco (Manaus) e sempre andávamos junto, aprontávamos bastante... Nada além de trivialidades adolescente. Tinha uma lenda que era muito difundida entre os jovens, era a tal TCI (Transcomunicação Instrumental) Era mais um daqueles lances espíritas. Nunca nos interessamos por isso, simplesmente acreditávamos que se tratava de mais um boato ou simples histórias contadas pelo povo. Reunimos um grupo de amigos e resolvemos tentar testar o tal método, que era bem simples: Bastava ficar com a fronte próxima a tevê e chamar por algum espírito perdido ou, se não me engano, poderíamos até mesmo chamar por uma pessoa já falecida, citando nome e data de falecimento. Era como um AOL ou Além On Line. Era uma Quarta-feira e fomos até a casa do Bauzão, e lá resolvemos testar a tal comunicação com o além. Entramos no quarto eu Bauzão, Wendell, Naiara e o irmãozinho do Wendell o Valzedy. Ligamos a televisão o ventilador do teto e começamos a chamar por algum espírito que quisesse manter contato. Passamos uns dois minutos chamando por algo ou alguém, e quando já imaginávamos que nada daria certo, as coisas começaram a ficar esquisitas: Primeiro o ventilados do teto simplesmente desligou, a luz começou a piscar sem parar e a tevê começou a soltar alguns ruídos estranhos, como se houvessem unhas riscando um quadro negro, um som completamente estranho, pois se misturava a interferência da tevê gerando um ruído agudo como um grito, ou choro de bebê, Wendell apavorou-se e correu para a porta, queria sair dali de qualquer maneira, mas quando foi até ela e tentou abri-la, ela simplesmente lacrou, era como se estivesse colada na parede. Ninguém havia trancado aquela porta, ela estava apenas escorada, mas quando puxávamos a maçaneta era como se ela estivesse fechada na chave. O Irmãozinho do Wendell, o Valzedy, começou a chorar, foi uma gritaria tremenda. Até que os pais do Bauzão foram até o quarto e simplesmente puxaram a porta e ela abriu sem a mínima resistência. Bauzão disse que após o ocorrido a tevê nunca mais funcionou normalmente e ele preferiu dá-la a um primo que morava no bairro de São Francisco, nunca mais esquecemos daquilo e até hoje passamos a respeitar mais este tipo de coisa. Sabemos que espíritos existem e não podemos contatá-los pelo simples gosto do desafio ou por mera brincadeira.

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